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02 fevereiro 2011

Aprendizado

Após conversas com a minha terapeuta e com amigos que gostam muito da comunicação e de criar bons textos, resolvi inovar e diversificar a minha atividade.
Nesses quase dois anos a frente do Paulicéia do Jazz , um blog onde são publicadas notícias, agenda, entrevistas e resenhas sobre CD e Livros relacionados a música e ao jazz, como treino decidi ampliar um pouco mais e comecei a escrever resenhas de livros.
Além do Paulicéia do jazz , colaboro para o São Paulo Metrópole , um portal com várias dicas sobre a cidade de São Paulo e coordenado pelo jornalista Guilherme Lara Campos, portal Cristianismo Criativo , coordenados pela Ana Claudia e Whanner Endo e recentemente inicio uma série sobre Jazz na revista Novitas Cultural, sob a coordenação editorial do escritor David Nóbrega.
Nessas todas colaborações, consigo um tempo para escrever meu primeiro livro reportagem, que será meu Trabalho de Conclusão de Curso, sob a orientação do professor Rodrigo Manzano, docente da FIAM/FAAM , editor chefe e repórter especial da Revista Imprensa. Uma outra atividade onde não consigo deixar de lado é tocar um pouco o meu instrumento musical.
O lance é administrar o tempo.

07 junho 2010

Sinais, notícias e uma aparição on line: estou a espera...

Manhãzinha fria de segunda-feira, 07h08 e meu coração apertado, apreensivo e numa expectativa enorme de receber notícias. Sejam as dos jornais, dos sites ou de uma pessoa, mais precisamente de uma mineirinha.

Ah, a mocinha sumiu...Não nos encontramos nesses últimos dias,pois a doce moça da cidade turística no alto da Serra da Mantiqueira está doente, muito mal... Ela está com pneumonia, decorrente de uma gripe mal curada.

Ficava muito mal quando as pessoas que mais gosto somem e não mandam notícias. Hoje, após quase dois anos de sessões terapeuticas, aprendi a usar algumas "reservas" dentro do meu ser para continuar a minha caminhada.

Minha terapeuta ela "puxa a minha orelha" para não paralisar diante de situações adversas. Logo, algo me chama para continuar, seguir... E como é bom seguir, olhar pra frente.

Sexta foi um dia que olhei para frente. Estava numa preguiça total para sair de casa, mas uma amiga no MSN, queria muito ir a uma casa onde acontece o melhor da música instrumental em São Paulo.Lembro que disse: "se você for, eu vou".

Eu a encontrei lá em Pinheiros e ela estava acompanhada de uma amiga e depois chegaram outros dois amigos e seguimos até um outro local para colocar a conversa em dia até umas 05h40 da manhã.

Sábado ainda tentei sair, mas houve um desencontro com uma outra amiga e a da sexta, "capotou"... dormiu além da conta. Mas valeu a voltinha de carro pela cidade de São Paulo e sou grato por esses momentos na minha vida, onde considero um aprendizado.

Aprendi a não paralisar, seguir. Ir adiante, olhar para novas possibilidades. Mesmo com o coração inquieto por noticias, fiquei sabendo da enfermidade da mineirinha via Assessoria de Imprensa da Biblioteca de São Paulo. Logo, só tenho essa notícia, não sei de melhoras...

Por que essa pneumonia? Por que uma semana longe? Sem notícias? É um teste? Só tenho perguntas, ainda não tenho respostas!


29 março 2010

Final de semana: jazz, boas companhias e muito aprendizado


Surpresas, encontros, boas conversas. Assim é a São Paulo da noite maravilhosa, do jazz e da boa palavra sobre espiritualidade proferida por Ed Rene Kivtz aos domingos no lugar diferente de um ambiente igrejeiro, mas onde tem o mesmo efeito de nos "desendoidecer" com já dizia o escritor Luso-Brasileiro Guimarães Rosa


É possível reunir pessoas diferentes para celebrarmos o amor de Deus. Coincidentemente a vida nos surpreende com algumas pessoas, inclusive os budistas e os Reikianos são benção na vida do autor deste texto com suas palavras sábias e atitudes tão sérias.


Ou as prostitutas, ao buscar tanto amor nos braços de um cliente, sabem abraçar e demonstrar amor com tanto afinco quanto uma mulher religiosa , tradicional e que morre de vergonha de se despir na frente do marido em nome de um legalismo tosco.


Talvez a dicussão sobre o princípio do "jugo desigual" vai além dos limites das paredes das agências crentolândianas. Falta sintonia e o cair em si. Ou como diria Fernando Pessoa, "enamorar-se de si mesmo".