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02 setembro 2009

Elefante x Rato: o desafio de um cara sozinho na balada

Sábado, um pouco de conversa, aprendizado com o grupo do Eneagrama, ida a comunidade onde pude celebrar, comungar e tocar. Depois , uma passadinha no Jazz nos Fundos.

Enfim, um sábado legal, interessante. A minha fase do "melhor só, do que mal acompanhado" é muito boa. Ao mesmo tempo, onde posso curtir em silêncio, observar, conversar com as pessoas mais legais, tenho descoberto o meu lado "formiguinha" ou "ratinho" em meio aos elefantes, um animal de grande porte.


Desculpe a redundância, mas vou repetí-lo mais uma vez: Elefantes! Sim, eu comparo o grande animal a indelicadeza feminina "se quiser venha me traçar, Gostosão!". Não são todas assim, mas quando o sujeito chega educadamente para uma garota, ela nem pede licença e vira as costas e vai embora. Logo, isso é comportamento animal e comparo algumas donzelas a elefantes.


Senti um rato em meio a dois "elefantes" na balada.Aproveitei a situação do "salve-se quem puder" na copa e troquei algumas palavras. A garota nem pediu licença e já saiu como um furacão e utilizou a "saída pela direita", bem essa frase conhecida pelo personagem Leão da Montanha, de um antigo desenho animado da Hanna-Barbera.


Justamente por ser um cara de pau, onde converso, mas com educação. Não faço como um rapazinho que "deu uma passada de mão naquele lugar na moça" e a "graciosa" ficou toda saídinha e foi extremamente atenciosa com o "garanhão". Também registro aqui a tentativa de dois caras, sem sucesso, conversavam com duas bonitonas e nem trocaram telefones no final da conversa e deram um "tchau" como se fosse um "até nunca mais".


Carpediem e Tempus Fugit para todos os caras "bonzinhos" como eu,rs...

20 maio 2009

Valores

Segunda foi um dia decisivo. Acordei para a vida, cheguei a conclusão que as coisas não eram tão bonitas como pensava.

Entendi que a pessoa que se dizia tanto minha amiga era apenas uma "amiga". Essa palavra maravilhosa que fiz questão de destacá-la em aspas, apenas fui fiel a forma como ela se referiu a nossa relação.

Eu amadureci, aprendi e percebi que era usado por ela.Quando ela estava na minha comunidade virtual descobri que ao mesmo tempo que ela me amava, ela estava atrás de outro. Comecei a recuar, mas ela insisitia e insistia em ligar e me chamar no msn.


Foi dificil tomar essa decisão. Mas eu tenho um valor e não posso ser bonzinho a vida inteira. As vezes tenho impressão que a "religião" tentou me travestir de uma santidade idiota e me mascarei durante muito tempo com ela e reprimi desejos, coisas, vontades em nome de uma santidade tosca.


Só que a minha caminhada e o próprio Deus, através de uma releitura das sagradas escrituras, me fez entender que nunca vou chegar a perfeição e não sou tão bom. Afinal ,sou a herança de Adão, a extensão do cara que não aguentou ver aquele mulherão e não teve como fugir, fez.

O próprio clemente e misericordioso, como diz os islâmicos e acho bonito quando eles referem assim a Deus, tem cuidado de mim e permitiu que na minha caminhada acontecesse essas coisas para um aprendizado melhor do que é a vida.

Só me decepcionei com as moçoilas da crentolândia. Elas só me decepicionam, mas também fui decepcionado pela "diaba", e prefiro estar longe, a milhas e milhas de distância e não quero vê-la nunca mais.

Ela foi como um assaltante, que se diz amiga. A figura roubou a minha bondade, a graça, a cordialidade. Logo,aprendi, sim, aprendi. Não sou mais bonzinho e não sou santinho. Ainda sou Cristão, tento frequentar uma igreja, disse: tento, pois tá dificil, estou cheio de atividades, trabalhos da faculdade, empresa, projetos pessoais importantissimos. Mas tenho um valor.

O tempo disse que não houve amizade. Foi algo estranho, um "namoro", tinhamos contato de mais.Algo oculto, que não poderia ser revelado.

Agora quero o silêncio. Procuro sociabilizar, mas a solidão as vezes me visita.

26 abril 2009

Tombos da vida!


Joaninha é bonita, independente, gosta de se comunicar, falante e muito habilidosa nos negócios.Espontânea, gosta de aventuras e novos desafios. Mas foi decepcionada.

Teve uma baixa com o namorado estrangeiro, o cara foi um crápula, indecente. A vida segue para a moça, que tinha vários sintomas de duplicidade de sentimentos, se sentia uma idiota em meio a situação, as vezes se julgava a poderosa, a super mulher;mas ,ao mesmo tempo, havia uma grande fragilidade no interior de sua alma.

Ela passou mais um susto, feio, horrendo. Ao chegar em casa foi surpreendida ao ver que estava vazia, sem móveis. Quando entrou para conferir melhor a situação, viu um bilhete que era de seu ex-namorado. Ele mais alguns "parceiros" fizeram a mudança dela em três automóveis e despejou todos os móveis na frente da casa de sua familia.

A rainha da independência está na casa da familia. Encontrou o seu porto seguro lá. O lugar onde a mãe mora é feio, pobreza, simplicidade. Diferente do luxo, da vista maravilhosa para um bairro luxoso da Zona Sul paulistana, das pessoas de alto nível que desfilavam pelo lugar.

Agora, a realidade de joaninha é periferia, com os "manos". É ver os "malucos" pegar as "minas", perambular pelas "bocas", "vielas". Na padaria da vila não se comunica: "bom dia, tudo bem, Eu quero 6 pãezinhos!"; a linguagem é outra: " E aí truta! Beleza, manô! Me dá 6 paõzinhos, meu!"

24 abril 2009

Diferenças?


Será que no céu há diferenças? Ah! E no inferno? Cadeira geral? Então por que esse corporativismo da igreja católica com relação ao ex-clérigo paraguaio? Como os próprios líderes fazem tão pouco caso do uso do preservativo e do aborto em caso de estupro e acham que essas pessoas vaõ para o inferno?

"Não é preciso ser teólogo para entender que existe tratamento VIP para uns e cadeira geral no inferno para os menos privilégiados" Barbara Gancia , 24/04/09 - Folha de SP , Cotidiano.

A crentolândia não fica muito atrás. Já vi alguns mocinhos que por ato de deliberada vontade tiveram relações sexuais com moçoilas da comunidade serem "queimados" em praça pública. Aquele cerimonial, com choro e abraço de pastor e uma série de punições: não pode estar na frente do templo, e probido isso, aquilo. E o sujeito fica com "cara de bandido" perante aos "puritanos" da casa sagrada.

Como será o julgamento? Quais são os critérios? Será que o mesmo Deus que criou a vida, pois acredito no criacionismo, e mostrou durante toda a história que somos feitos de altos e baixos, ele vai estabelecer critérios tão rigidos como os lideres religiosos colocam?

Quem ama, espera. Mas e os casais que se conhecem na mesma igreja e anos depois separam e fazem uma "troca"? Antes que entre em paranoía, termino com a frase final da música do Gonzaguinha " é a vida..."