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02 setembro 2009

Elefante x Rato: o desafio de um cara sozinho na balada

Sábado, um pouco de conversa, aprendizado com o grupo do Eneagrama, ida a comunidade onde pude celebrar, comungar e tocar. Depois , uma passadinha no Jazz nos Fundos.

Enfim, um sábado legal, interessante. A minha fase do "melhor só, do que mal acompanhado" é muito boa. Ao mesmo tempo, onde posso curtir em silêncio, observar, conversar com as pessoas mais legais, tenho descoberto o meu lado "formiguinha" ou "ratinho" em meio aos elefantes, um animal de grande porte.


Desculpe a redundância, mas vou repetí-lo mais uma vez: Elefantes! Sim, eu comparo o grande animal a indelicadeza feminina "se quiser venha me traçar, Gostosão!". Não são todas assim, mas quando o sujeito chega educadamente para uma garota, ela nem pede licença e vira as costas e vai embora. Logo, isso é comportamento animal e comparo algumas donzelas a elefantes.


Senti um rato em meio a dois "elefantes" na balada.Aproveitei a situação do "salve-se quem puder" na copa e troquei algumas palavras. A garota nem pediu licença e já saiu como um furacão e utilizou a "saída pela direita", bem essa frase conhecida pelo personagem Leão da Montanha, de um antigo desenho animado da Hanna-Barbera.


Justamente por ser um cara de pau, onde converso, mas com educação. Não faço como um rapazinho que "deu uma passada de mão naquele lugar na moça" e a "graciosa" ficou toda saídinha e foi extremamente atenciosa com o "garanhão". Também registro aqui a tentativa de dois caras, sem sucesso, conversavam com duas bonitonas e nem trocaram telefones no final da conversa e deram um "tchau" como se fosse um "até nunca mais".


Carpediem e Tempus Fugit para todos os caras "bonzinhos" como eu,rs...

25 agosto 2009

Não me importo com a baixaria, apenas cumpro a minha missão

Emoções. Sim, a televisão brasileira é isso: emoções siginficativas ou baratas.Quanto mais desgraça, mais história comovente para mexer com a cabeça do telespectador. "Espreme que sai sangue", o "Show não pode parar", frases já bastante conhecidas.


Desse jeito, a Record tentou "jogar" para manter seus "picos" de audiência. Tantos acontecimentos, buraco na rua, rapazinho que sobe no capô do carro para brigar com outro motorista por causa de um arranhãozinho no carro e a emissora do "vice-deus" reprisando "a Fazenda".


Quanto mais lixo, mais o dinheiro entra fácil! Pois é, tanta gente com projetos tão bons, documentários, revistas, jornais, sites e blogs estão na luta por um pouco de $$$ para bancar seus projetos; um "nerd" que escreve tranqueira em seu espaço virtual , ganha espaço no grupo Abril e uma matéria num caderno de um dos principais jornais do país.


Agora, esse versículo caí bem e na hora certa: " Prossigo para o alvo, que é Cristo" e outro, melhor ainda: " Eis que vou com a mão no arado e não posso olhar para trás" Essa é a melhor aplicabilidade desses versículos biblicos encontrados no Novo testamento.Não importa o que o "nerdão" escreve, a briga de peões e a briga de evangélicos por um espaço na TV, faço a minha missão: divulgar a boa música.


Ser um sinal histórico do reino de Deus não é apenas ir para a tenda da Barra Funda, é muito mais! É além dos limites da tenda, depois, muito adiante... Coração, ética e responsabilidade.


21 agosto 2009

Não adianta, o tempo não é nosso!

Nada é como nós planejamos. Ao pensarmos numa programação para fazer o dia seguinte render, acontece o contrário; muitas horas trabalhadas. Uma chuva de e-mails, textos, sugestões de pauta, novidades na agenda de cultura da cidade.

Nós profissionais liberais temos a vantagem de mudar o status do MSN para "ausente" e deixar o PC ligado e sair apressadamente para distrair um pouco. Quando voltamos as bombas são maiores e o número de pessoas a procura também.

A tela de nossos computadores parecem arvores natalinas piscantes. É o Cliente, a parceira, uma pretendente e a tia desocupada que chamavam alucinadas para uma conversa. A vida segue, a correria também.

Acordamos cedo, mas os compromissos se multiplicam e os prazos findam. Estamos aqui no começo da noite para finalizar essa história e esse trabalho pesado e honroso.

21 abril 2009

terça-feira preguiçosa

Manhã de terça-feira fria e nublada. Céu encoberto, pouca gente na rua, padaria vazia e estabelecimentos comerciais que arriscaram a levantar uns trocadinhos em pleno feriado, estavam mais para as moscas do que para os clientes. Estava com meu maltês para mais um passeio pelas ruas estranhas da satélite.


Um pouco mais adiante, ao seguir pela Rua Sagitário, vi um senhor tocando um violão. Sozinho, ele se deliciava com apenas 2 acordes e fazia questão de repetí-los várias vezes com uma batida "cha-com-pão-biscoito-não".


Prossegui o meu passeio, mas acabei não resistindo e voltei para ouvir um pouco e o cachorro, para marcar território, fez xixi no poste e o senhorzinho começa a puxar assunto: " Não tem jeito, onde tem animal, eles sempre vão atrás".


Ele disse que veio do interior, mora há 15 anos na Rua Sagitário e sempre fazia alguns serviços na rua da feira de sexta. Mora com a familia e disse que hoje era um dia bom para ficar em casa curtindo o seu violãozinho e descansar para repor as energias para amanhã que terá muito trabalho.


A garoa começou a ficar mais forte. Tive que pedir licença e apressar meus passos para correr para a casa. Foi um bom programa para um feriado chechelento.


04 abril 2009

São Paulo é dificil

Calçadas, sujas, esburacadas, minadas de "montes" caninos. Se nas Perdizes, em suas ruas elegantes e arborizadas, já é dificil caminhar; na periferia, os pedestres andam no meio da rua disputando o espaço com automóveis e ônibus.

Parece que o motorista que está no conforto de seu veículo esquece de quem está do lado de fora, que caminha e faz os seus deslocamentos a pé.

Já, já não caberá mais automóveis na rua. Faltará ruas para circular tantos autos. O poder público não faz nada para melhorar o transporte coletivo. Nessa semana, em alguns jornais de São Paulo, foi divulgado os resultados da pesquisa origem e destino e, segundo o titulo de uma matéria publicada no jornal "correio popular" de Campinas, o paulistano gasta, em média 70 minutos para se deslocar de casa para o trabalho.

Outros jornais, dizem que o cidadão de São Paulo gasta 2 meses por ano em deslocamentos.Quanto tempo perdido!!!