Páginas

Mostrando postagens com marcador decepções. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador decepções. Mostrar todas as postagens

02 junho 2010

Brasil: retrato de uma arte decadente

Indignação. Sim, esse é meu sentimento após ler alguns comentários no Facebook nesta semana. Fico preocupado como a arte é tratada no Brasil e a educação é subestimada pelos pais e alguns professores.
Vejo uma população conformada com a crise. Um gritinho aqui, outro ali e a vida continua. Ou melhor: "O show não pode parar!". Logo, há uma preocupação com a troca do carro, da roupa e do namorado.
Enquanto isso, o tocador de saxofone acompanhado de um DVD faz "arte" na igreja evangélica brasileira.
As poucas casas no Brasil onde é tocada a boa música, suprime o cachê em nome da baixa frequência do público. É muito triste ver um grande instrumentista fazer um show para 50 pessoas num espaço para 300.
Deprimente é ver dois grupos instrumentais fazer show para 60 pessoas no Memorial da América Latina.
Decepcionante é ver uma igreja evangélica cancelar um "workshop" com ótimos instrumentistas e uma excelente big-band sem motivo algum. Coisa do capeta?
Qual é o desejo do sistema? Tornar a música instrumental um "lounge", "climão", "musiquinha de elevador"? Será que o "Como zaqueu...", do famoso cantor gospel, patrocinado por uma grande indústria fonográfica reinará sobre a decadente e verdadeira arte? Ou verei a cantora gospel Ana Paula Valadão e Rebolation juntos, numa unidade do SESC?

02 setembro 2009

Elefante x Rato: o desafio de um cara sozinho na balada

Sábado, um pouco de conversa, aprendizado com o grupo do Eneagrama, ida a comunidade onde pude celebrar, comungar e tocar. Depois , uma passadinha no Jazz nos Fundos.

Enfim, um sábado legal, interessante. A minha fase do "melhor só, do que mal acompanhado" é muito boa. Ao mesmo tempo, onde posso curtir em silêncio, observar, conversar com as pessoas mais legais, tenho descoberto o meu lado "formiguinha" ou "ratinho" em meio aos elefantes, um animal de grande porte.


Desculpe a redundância, mas vou repetí-lo mais uma vez: Elefantes! Sim, eu comparo o grande animal a indelicadeza feminina "se quiser venha me traçar, Gostosão!". Não são todas assim, mas quando o sujeito chega educadamente para uma garota, ela nem pede licença e vira as costas e vai embora. Logo, isso é comportamento animal e comparo algumas donzelas a elefantes.


Senti um rato em meio a dois "elefantes" na balada.Aproveitei a situação do "salve-se quem puder" na copa e troquei algumas palavras. A garota nem pediu licença e já saiu como um furacão e utilizou a "saída pela direita", bem essa frase conhecida pelo personagem Leão da Montanha, de um antigo desenho animado da Hanna-Barbera.


Justamente por ser um cara de pau, onde converso, mas com educação. Não faço como um rapazinho que "deu uma passada de mão naquele lugar na moça" e a "graciosa" ficou toda saídinha e foi extremamente atenciosa com o "garanhão". Também registro aqui a tentativa de dois caras, sem sucesso, conversavam com duas bonitonas e nem trocaram telefones no final da conversa e deram um "tchau" como se fosse um "até nunca mais".


Carpediem e Tempus Fugit para todos os caras "bonzinhos" como eu,rs...

26 abril 2009

Tombos da vida!


Joaninha é bonita, independente, gosta de se comunicar, falante e muito habilidosa nos negócios.Espontânea, gosta de aventuras e novos desafios. Mas foi decepcionada.

Teve uma baixa com o namorado estrangeiro, o cara foi um crápula, indecente. A vida segue para a moça, que tinha vários sintomas de duplicidade de sentimentos, se sentia uma idiota em meio a situação, as vezes se julgava a poderosa, a super mulher;mas ,ao mesmo tempo, havia uma grande fragilidade no interior de sua alma.

Ela passou mais um susto, feio, horrendo. Ao chegar em casa foi surpreendida ao ver que estava vazia, sem móveis. Quando entrou para conferir melhor a situação, viu um bilhete que era de seu ex-namorado. Ele mais alguns "parceiros" fizeram a mudança dela em três automóveis e despejou todos os móveis na frente da casa de sua familia.

A rainha da independência está na casa da familia. Encontrou o seu porto seguro lá. O lugar onde a mãe mora é feio, pobreza, simplicidade. Diferente do luxo, da vista maravilhosa para um bairro luxoso da Zona Sul paulistana, das pessoas de alto nível que desfilavam pelo lugar.

Agora, a realidade de joaninha é periferia, com os "manos". É ver os "malucos" pegar as "minas", perambular pelas "bocas", "vielas". Na padaria da vila não se comunica: "bom dia, tudo bem, Eu quero 6 pãezinhos!"; a linguagem é outra: " E aí truta! Beleza, manô! Me dá 6 paõzinhos, meu!"