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24 fevereiro 2010

Os sonhos não envelhecem - I

Começo de semana, muito trabalho, coisas para fazer, pensar, adiantar... Afinal ,são muitas tarefas para uma única pessoa. Logo, a vida segue...
No fundo gostaria de fazer mais, tornar o Paulicéia do Jazz mais conhecido, não só para divulgar arte, mas converter essa divulgação em renda, lucro, vender espaços do blog para possíveis patrocinadores.
Já tive algumas conversas com publicitários e especialistas em Gestão da Comunicação. Logo, o número de acessos, por volta de 130 diários, ainda é baixo para batalhar por patrocinadores.
Mas insist, vou atrás, com muita disciplina tenho corrido muito para vincular o meu nome a classe artística, ou pelo menos se tornar referência para alguns batalhadores da verdadeira cultura musical desta pátria.
Tenho meu "ganha-pão" e alguns outros projetos "engavetados", mas terei que ser muito disciplinado para continuá-los. Mas conto com a sua ajuda para que o Paulicéia do Jazz alcance lugares e os veículos eletrônicos e impressos acreditem no trabalho que faço.

12 maio 2009

Desejo X Realidade

Os dias amanhecem nublados, muita névoa, pouca visibilidade. Meus dias estão iguais a esta semana: não enxergo nada, tudo obscuro e muitas hipóteses.


Tem gente que não sai da minha cabeça. Sinto muita falta, a solidão está a minha espera. Luto contra ela, vou adiante, procuro me relacionar com pessoas. As vezes chamo pessoas via telefone, MSN para conversar, para desabafar.


Os bons religiosos podem aplicar a boa "aspirina": Deus é seu amigo! Amem, minha cara "irmã", mas a conversa não é bem essa. Tenho certeza que ele está comigo, mas os meus dias estão nublados.


Não consigo discernir o que vivi no ano passado. É impossível decifrar aquilo! Hoje não quero muita conversa com a pessoa que passei por toda essa situação, não quero magoá-la. Só quero preservá-la. Então, para preservar,a minha atitude e se afastar.


Procuro me relacionar, conheço pessoas, gente diferente. Alguns permanecem, desejam se relacionar, estar próximo; outros para "dar um fora" e mostrar que não quer mais, escrevem respostas frias, tomam atitudes estúpidas que cada vez interpreto como a proximidade da solidão e do estar só.


Há uma luta, sem medo. Consigo encarar a solidão sem receio. Logo, o desejo de ter alguém por perto é forte e até o momento, todas as portas estão fechadas.