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22 janeiro 2010

Alguns questionamentos. Me ajudem a respondê-los!

Rios transbordantes, crescimento desordenado e o planeta em desequilíbrio. Os nossos horários também estão desajustados. Neste instante uma garota desabafou , via twitter, e disse que gostaria de voltar a fazer uma refeição com calma, degustar um bom prato e livrar-se da coxinha e de outras guloseimas e uma conversa ao telefone ao mesmo tempo.
Uma outra situação me chama atenção: Uma jornalista reclamava, via twitter, que passou a noite em claro e está no trabalho no aguardo do seu almoço.Conheço pessoas insones, elas passam noites em claro. A pergunta é: a nossa geração é o produto do desequilibrio do planeta?
Como o nosso corpo reage em meio a instabilidade social: horários não definidos de trabalho, vida social fragmentada e a "estabilidade" da economia?
Por quê deixamos de apreciar os sons para apenas ouvirmos o barulho? Em vez de ouvir o som de cada instrumento, preferimos os "batidões" e a guitarra "lambuzada" de efeitos e overdubs. A pósmodernidade estragou nosso senso crítico?

16 janeiro 2010

Bandas independentes? Publicitária lança pergunta aos seguidores do twitter

Redes sociais é algo muito interessante. Através delas fiz grandes amizades, fechei negócios,entrevistas e conheci grandes parceiros de caminhada. Ontem, às 13h30, Fabiana Gama, publicitária, redatora, lançou uma pergunta super interessante no twitter:


"As bandas independentes na verdade, são independentes de quem?"
Respondi, como músico, apreciador e crítico. Fiz questão de explanar um pouco, nas entrelinhas, o pensamento de Thedore Adorno, especialmente no capítulo sobre os efeitos da indústria cultural. E você? Responda: As bandas são independentes? De quem? A questão é clara, não depende de gravadoras, mas tem dinheiro e há algum "mecena" por trás dessa história?
Sugiro que utilizem o campo de comentários para responder essa pergunta. Só reforçar que o debate é valido também para o universo gospel pois há alguns trabalhos independentes e algumas confusões em vista.
No aguardo das respostas!

26 novembro 2009

Chuva forte e algumas questões...

Pessoas, carros, ônibus e a chuva caia forte sobre a cidade de São Paulo. Guias, sarjetas empoçadas; os veículos trafegavam sobre os espelhos d'água e atingia os pedestres nas calçadas, outros enfrentavam o pesado líquido gotejante sem a proteção de um guardachuva ou uma capa plástica. Enfim, correria.
Embora com o asfalto molhado, os motoristas não diminuem a velocidade. O individuo ao entrar num veículo ignora a existência de pessoas nas calçadas ou atravessando as ruas. Um caminhão quase perde o controle e sobe ao canteiro central da Avenida Ragueb Chofi, na Zona Leste de São Paulo.Enfim, estupidez total no volante.
Na mídia, seja impressa ou eletrônica, comenta-se sobre as mudanças do Código Nacional de Trânsito, mas com essa fiscalização falha e ineficiente serão eficientes as mudanças na legislação de circulação viária no Brasil?