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21 setembro 2009

Gente estranha, Ogg!

"...Todo o pai que casar a sua filha tão jovem terá um lugar assegurado no céu." Eu hein, quem sou eu para julgar esses senhores esquisitos?

Ogg, fiz um trabalho sobre o Islã em São Paulo juntamente com o meu grupo de faculdade e, durante a pesquisa, fiz questão de ler algumas passagens do alcorão e o livro do Ali Kamel, sobre o Islã. Cheguei a frequentar uma mesquita e um grupo de estudos sobre o Islamismo dirigidos por um educador.


Todos conheciam aquele educador como o xeque. No dia da entrevista final, ao ligar o gravador, o cara não era xeque coisa nenhuma. Sua entrevista caiu na hora e ele começou a dizer que veio para o Brasil fugido do Líbano e outras cousas.


Lembro quando questionei sobre o casamento de Maomé com a menininha, eles defendem arduamente que é uma promessa de Deus para eles e em obediência eles tinha que fazer isso. Até mesmo, se a garota quiser mudar e conhecer outra pessoa, ela não tem autonomia. Deve passar por um "tribunal" inquisitor, com duas testemunhas, caso essas digam sim, o marido dará algumas chibatadas.


Todas as religiões, inclusive a Cristã tem origem no oriente. Mas esses caras do Islã são estranhos! Matam em nome de Deus, desfloram em nome de Deus, adiantam um processo vital da mulher em nome de Deus. Ogg, quando questionei sobre essa o casamento com jovens precoces com os estudantes e o tal "orientador", todos desconversaram. Mas deixaram claro que jamais fariam uma coisa dessas no Brasil por obediência as leis brasileiras.


Por isso que vemos tantos jovens se convertendo ao Islamismo. Infelizmente eles são desconhecedores da história desses sujeitos! O maior investimento desses senhores estão nos países pobres. É!!!, Ogg, descobriram o caminho da alegria via evangélicos neo-pentecostais.

23 junho 2009

Achados de jornal

Como todos sabem trabalho com Assessoria de Imprensa e num dos achados mais interessantes no Correio Popular de Campinas e ao lembrar das falas do facilitador do nosso grupo de estudos do eneagrama,Levi Araújo, achei esta obra poética de Gabriela Mistral:


"Somos culpados de muitos erros
e de muitos enganos mas
nosso crime maior é o abandono das crianças, o
desprezo pela fonte de vida.
Muitas coisas podem esperar. A criança não pode. Agora, é
o momento em que seus ossos são formados, seu sangue é feito
e seus sentimentos estão sendo desenvolvidos.
A criança, não se amanhã se pode responder: amanhã.
Seu nome é hoje."


Não consigo escrever um texto descritivo sobre uma criança de rua. Ou melhor, não tenho ideia de como descrever um menor abandonado. Sim, tenho muitos cenários: Av Sapopemba x Av Adélia Chofi, Av Sapopemba X Largo de São Mateus, Rua dos Patriotas x Av do Estado - lugares, descrições não faltam. Logo, a ausência de "abre", introdução,
não entra na minha cabeça